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  • Municípios da 94ª Zona Eleitoral terão urnas novas para as eleições municipais

    A Justiça eleitoral vem se preparando para, mais uma vez, proporcionar eleições seguras e transparentes a todos os cidadãos. Buscando sempre o aperfeiçoamento das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adquiriu, para o pleito desse ano, um novo modelo de urnas, desenvolvido pela empresa Positivo: a urna eletrônica modelo 2022 que foi distribuída aos Tribunais Regionais (TER) e 231 unidades já estão na 94ª Zona Eleitoral, com sede em Frederico Westphalen, para as eleições municipais de 2024.

    De acordo como chefe do cartório local, Tiago Mateus Pereira, os novos modelos da Urna Eletrônica 2022 substituirão as urnas eletrônicas modelo 2009, 2010 e 2011, que já chegaram ao término do ciclo de vida útil.

    Os equipamentos são projetados para serem usados durante 10 anos, ou seis eleições consecutivas. Após esse período, os aparelhos antigos são ecologicamente descartados. Cerca de 99% das peças físicas são recicladas e dão origem a novos produtos.

    – A gente ficou muito feliz quando a urna menor, mais compacta, mais rápida e com mais barreiras de segurança que a urna anterior. É uma urna bem diferente, com uma imagem de alta resolução e que vai permitir que as eleições aconteçam mais rapidamente porque ela é mais rápida e com muito mais segurança que tínhamos anteriormente – destacou Pereira.

    O chefe do cartório reforça ainda que além das urnas, após o período focado em regularizar os títulos a equipe passa a trabalhar para verificar cada local de votação e a chamar os mesários e profissionais que irão auxiliar no trabalho durante as eleições.

    Além de Frederico Westphalen receberão os novos equipamentos os demais municípios que fazem parte da 94ª Zona Eleitoral, que são: Iraí, Caiçara, Vicente Dutra, Pinheirinho do Vale, Palmitinho, Taquaruçu do Sul e Vista Alegre.

    Inovação tecnológica

    As urnas fabricadas em 2020 e 2022 possuem um processador 18 vezes mais potente comparado ao do modelo fabricado em 2015. Além disso, também possuem perímetro criptográfico certificado pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP Brasil) e mecanismo de criptografia aprimorado, com o uso do algoritmo criptográfico do tipo E521 (ou EdDSA), considerado um dos mais apurados do mundo.

    Principais mudanças da urna eletrônica modelo 2020/2022 em relação ao modelo anterior:

    1 – O processador do tipo System on a Chip (SOC) é dezoito vezes mais rápido que o modelo 2015;

    2 – Por não precisar de recarga, a bateria do tipo Lítio Ferro-Fosfato exige menos custos de conservação;

    3 – A mídia de aplicação do tipo pen drive traz maior flexibilidade logística para os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) na geração de mídias;

    4 – A expectativa de duração da bateria é por toda a vida útil da urna;

    5 – O terminal do mesário passa a ter tela totalmente gráfica, sem teclado físico, e superfície sensível ao toque;

    6 – O novo modelo conta com um teclado aprimorado, com teclas com duplo fator de contato, o que permite ao próprio teclado acusar erro, caso haja mau contato ou tecla com curto-circuito intermitente.

    O que não mudou:

    1 – As urnas eletrônicas não se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou bluetooth;

    2 – Uso do que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais, garantindo que somente o sistema e programas desenvolvidos pelo TSE e certificados pela Justiça Eleitoral (JE) sejam executados nos equipamentos;

    3 – Mantidas as etapas de seguranças que integram o Ciclo de Transparência Democrática, como, por exemplo, a cerimônia na qual, após a inspeção dos códigos-fontes do sistema e dos programas por partidos, entidades públicas e universidades, todo o conteúdo é lacrado, recebendo a assinatura digital de autoridades, e trancado na sala-cofre do Tribunal;

    4 – Possibilidade de auditoria das urnas, antes, durante e após a votação, pelos partidos e instituições fiscalizadoras que integram a Comissão de Transparência das Eleições (CTE) e pela sociedade em geral;

    5 – Impressão da zerésima (comprovante que mostra que, no início da votação, não há voto registrado na urna para nenhuma candidatura);

    6 – Emissão dos Boletins de Urna (BUs) logo após o término da votação, com a distribuição de cópias aos partidos e a afixação do BU em cada seção eleitoral para quem quiser comparar com os dados divulgados no Portal do TSE;

    7 – As urnas ainda contam com o Registro Digital do Voto (RDV). Nele, as informações sobre os votos são embaralhadas em uma tabela que assegura o sigilo da votação; e

    8 – No dia da eleição, continua a ser realizado o Teste de Integridade em dezenas de urnas que já estavam prontas para uso. Essa certamente é uma das etapas de segurança.

    Novidades em relação à acessibilidade

    As novas urnas eletrônicas contam, também com grandes novidades em termos de acessibilidade, uma voltada para pessoas com deficiência visual, e outra para pessoas com deficiência auditiva. A sintetização de voz foi aprimorada. Agora também serão falados os nomes de suplentes e vices, e será possível cadastrar um nome fonético. Além disso, será incluída uma apresentação de um intérprete de Libras na tela da urna, para indicar quais cargos estão em votação.

    Heloise Santi - Jornalismo Grupo Chiru
    No Ar: Sabadão 107 com Liliane Caratti 16:00 - 21:00

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