Menu

22°

Palmitinho - RS
30° max
18° min

Fechar

22°

Palmitinho - RS
30° max
18° min
  • O Grupo
  • Anuncie
  • Contato
  • Advogado condenado por apropriação indébita volta a ser preso em Passo Fundo

    Ele foi condenado, em julho passado, a 96 anos de prisão e é alvo de nova operação contra lavagem de dinheiro

    O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio Grande do Sul (GAECO/MPRS) prendeu, nesta quinta-feira, 5 de junho, em Passo Fundo, o advogado Maurício Dal Agnol, investigado por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro. A prisão preventiva foi decretada pelo Poder Judiciário a pedido do GAECO, no âmbito da Operação Barba Negra, deflagrada em maio no município do norte gaúcho. A ação contou com o apoio da Polícia Civil.

    O advogado é alvo de mais de 200 processos e já possui condenações em primeira instância por apropriação indevida de valores obtidos em ações judiciais. Em uma das sentenças, foi condenado por lavagem de dinheiro.

    Leia mais: 

    Advogado de Passo Fundo é condenado a 96 anos de prisão por apropriação indébita

    Operação em Passo Fundo e Barra Funda apura desvio de R$ 40 milhões

    Em outra, foi condenado a pagar R$ 66 milhões por danos morais coletivos em nome dos clientes. No total, ele deve mais de R$ 230 milhões em ações individuais, segundo a Justiça.

    Em 2014, a Polícia Federal revelou que Dal Agnol era proprietário de 950 imóveis – incluindo um em Nova York, avaliado em cerca de R$ 14 milhões – e de um jato particular no valor de R$ 20 milhões. Naquele mesmo ano, ele chegou a ficar preso por seis meses no Presídio Regional de Passo Fundo.

    De acordo com o promotor de Justiça Diego Pessi, coordenador do 7º Núcleo Regional do GAECO – Planalto, responsável pelo pedido de prisão e pela operação, a medida visa preservar a ordem pública e econômica, assegurar a instrução do processo penal e garantir a aplicação da lei.

    Durante o cumprimento dos mandados judiciais no mês passado, foram apreendidos aproximadamente R$ 4,7 milhões em dinheiro na residência e em um prédio de propriedade do advogado.

    A Operação

    A Operação Barba Negra investiga a apropriação indevida de valores provenientes de ações judiciais, seguida de ocultação e dissimulação da origem ilícita dos recursos. Segundo o MPRS, o esquema teria movimentado cerca de R$ 40 milhões, envolvendo a criação de empresas de fachada e o uso de terceiros para ocultar os valores desviados.

    As investigações seguem em andamento, com análise de documentos e materiais apreendidos, além da coleta de depoimentos, com o objetivo de identificar outros delitos e aprofundar o rastreamento das movimentações financeiras suspeitas.

    *Com informações MPRS e G1

    Heloise Santi - Jornalista Grupo Chiru
    No Ar: Sábado Legal com Vilmar Luza 06:50 - 12:00

    FM
    91,1

    Estação 91

    Marcinho San

    07:30 - 12:00

    FM
    104,3

    Vitrine Popular

    Julinho Balestrin

    08:00 - 11:00

    FM
    107,9

    Sábado Legal

    Vilmar Luza

    06:50 - 12:00