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Publicado hoje às 11:40
Anvisa aprova medicamento oral para tratamento de câncer de mama
A medicação atua sobre a substância que há nas células tumorais, bloqueando a sua ação e promovendo a degradação delas
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento oral para o tratamento de câncer de mama, especialmente para o nível avançado ou metastático. Chamado Etcamah, o medicamento foi aprovado nesta segunda-feira, 21 de setembro.
O aval da Anvisa permite o Etcamah seja comercializado para a indicação terapeutica por, pelo menos, seis meses em pacientes que não apresentam, sinais de progressão radiológica ou clínica. O fármaco faz parte de uma nova leva de medicamentos que são considerados "degradores seletivos" do receptor de estrogênio, hormônio feminino que pode estimular o crescimento de câncer.
A medicação atua sobre a substância que há nas células tumorais, bloqueando a sua ação e promovendo a degradação delas. O objetivo é reduzir o crescimento de tumores dependentes deste hormônio.
Sinais de alerta
É importante observar algumas sintomas considerados urgentes, como:
- Qualquer nódulo mamário em mulheres com mais de 50 anos e nódulos mamários em mulheres com mais de 30 anos, que persistem mais de um ciclo menstrual;
- Nódulo mamário de consistência endurecida e fixo ou que vem aumentando de tamanho, em mulheres adultas de qualquer idade;
- Descarga papilar sanguinolenta unilateral (secreção com sangue de um único mamilo);
- Mudança no formato do mamilo e retração na pele da mama;
- Lesão eczematosa da pele que não responde a tratamentos tópicos (Ferida ou irritação na pele do bico do seio que parece uma alergia ou micose, mas que não melhora com pomadas comuns);
- Homens com mais de 50 anos com tumoração palpável unilateral (Caroço que aparece e pode ser sentido em apenas uma das mamas);
- Presença de linfadenopatia axilar (Ínguas ou caroços na axila);
- Aumento progressivo do tamanho da mama com a presença de sinais de edema, como pele com aspecto de casca de laranja.
*Informações CNN