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  • Arbitragem sob os holofotes: o desastre das quartas de final

    Postura e erros graves marcam as quartas de final da Divisão de Acesso

    A rodada de ida das quartas de final da Divisão de Acesso foi marcada por jogos intensos e disputas acirradas, como se espera em uma fase tão decisiva. Mas, infelizmente, o protagonismo não ficou apenas com os atletas. A atuação de algumas equipes de arbitragem foi, no mínimo, vergonhosa, não só pelos erros técnicos, mas principalmente pela postura em campo.

    Em diversos jogos, os árbitros pareciam mais interessados em se impor do que em controlar a partida com equilíbrio. Inflamaram o ambiente, dificultaram o andamento do jogo e criaram tensão desnecessária entre jogadores, comissões e torcedores.

    E quando se olha para os lances capitais, a situação se agrava.

    O pênalti não marcado para o Gramadense foi um verdadeiro escândalo. Sapeka foi derrubado de forma clara na área, em uma penalidade que não exigia nenhum esforço de interpretação. Para piorar, relatos dos próprios jogadores dão conta de que houve deboche por parte da arbitragem após o lance. 

    Por outro lado, o pênalti marcado a favor do Veranópolis beira o absurdo. O árbitro estava perfeitamente posicionado, de frente para o lance, e mesmo assim assinalou a infração. Uma decisão que não se sustenta nem nas imagens, tampouco na lógica.

    Diante desses fatos, é urgente repensar a escala de árbitros para os jogos de volta. É inadmissível que decisões tão importantes sejam afetadas por atuações técnicas e comportamentais tão desastrosas.

    É importante frisar que essa crítica não é direcionada aos clubes que, por ventura, tenham sido beneficiados pelos erros. Eles não têm qualquer responsabilidade sobre o desempenho da arbitragem. Mas vale o exercício de empatia: e se fosse o contrário? Com certeza, a indignação seria a mesma.

    Mais do que reclamar rodada após rodada, o futebol brasileiro precisa enfrentar a raiz do problema: a falta de profissionalização da arbitragem. Enquanto árbitros seguirem atuando apenas por renda extra ou paixão, acumulando funções e sem a dedicação exclusiva que a função exige, erros como os que vimos seguirão sendo rotina. O futebol europeu já entendeu isso. Falta o Brasil seguir o exemplo.

    Está na hora de o apito ser levado a sério.

    Andrei Sartori - Estágiário de Jornalismo
    No Ar: Corujão com . 23:00 - 00:00

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