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Publicado hoje às 10:59
Bandeira tarifária verde seguirá na conta de luz no mês de fevereiro
Segundo a Aneel, as chuvas de janeiro favoreceram a recuperação dos reservatórios
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, nesta sexta-feira, dia 30 de janeiro, a manutenção da bandeira tarifária no mês de fevereiro. Com isso não haverá cobrança de custos na fatura de energia do consumidor.
Segundo a Aneel, as chuvas foram favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena do mês. Assim, houve recuperação nos níveis dos reservatórios das usinas das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.
O sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos viáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas Bandeiras.
Portanto, as cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
Anualmente, ao final do período úmido, em abril, a Aneel define o valor das Bandeiras Tarifárias para o ciclo seguinte.
Os valores cobrados são os seguintes: na bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; na bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido.
Já na bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas. Com isso, a tarifa sofre acréscimo de R$7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
*Com informações da Agência Brasil