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Atualizado em 04/08/2025 às 15:35
Canção "O Tempo e o Vento" é a vencedora da 45ª Coxilha Nativista
Canção inspirada na obra de Erico Verissimo levou o troféu principal e foi destaque em outras categorias do festival
Cruz Alta viveu uma noite de emoção e orgulho cultural no sábado, 2 de agosto, durante a grande final da 45ª Coxilha Nativista. Realizado no Ginásio Municipal José Westphalen Corrêa, o evento reuniu público, músicos e compositores para celebrar uma das maiores vitrines da música regional gaúcha.
Com o tema “Nos campos de Erico floresce a canção”, a edição de 2025 homenageou os 120 anos de nascimento de Erico Verissimo, ilustre cruz-altense e um dos principais nomes da literatura brasileira. A canção vencedora, "O Tempo e o Vento", fez referência direta à obra homônima do escritor, conquistando o 1º lugar e os troféus de Melhor Conjunto Vocal e Melhor Instrumentista.
A composição tem letra de Carlos Eduardo Nunes e melodia de Marcelinho Carvalho, que também foi premiado como melhor instrumentista. A interpretação ficou por conta de Filipi Coelho e Cristiano Fantinel que representaram o tempo e o vento respectivamente.
A segunda colocação ficou com “Eternos”, interpretada por Adair de Freitas, Cristiano Fantinel e Juliano Moreno. Já “Ponte Queimada” conquistou o 3º lugar, além do prêmio de Melhor Melodia, assinada por Fernando Rossato.
O Troféu de Música Mais Popular, escolhido pela imprensa local, foi para “Veínho pra lá de Pachola”. A canção “Veríssimas” recebeu o Troféu Santa Fé por melhor tema alusivo a Cruz Alta, e também garantiu o título de Melhor Intérprete, com Taine Schettert.
Premiação – 45ª Coxilha Nativista
1º lugar – Troféu Erico Verissimo: O Tempo e o Vento (Filipi Coelho e Cristiano Fantinel | Letra: Carlos Eduardo Nunes | Melodia: Marcelinho Carvalho)
2º lugar – Troféu Ana Terra: Eternos (Adair de Freitas, Cristiano Fantinel e Juliano Moreno)
3º lugar – Troféu Bibiana: Ponte Queimada (Felipe Mello e Germano Fogaça | Letra: Alexandre Giacomini | Melodia: Fernando Rossato)
Música Mais Popular – Troféu Capitão Rodrigo: Veínho pra lá de Pachola
Melhor Tema Alusivo a Cruz Alta – Troféu Santa Fé: Veríssimas
Melhor Intérprete – Troféu O Resto é Silêncio: Taine Schettert (Veríssimas)
Melhor Instrumentista – Troféu Solo de Clarineta: Marcelinho Carvalho (O Tempo e o Vento)
Melhor Letra – Troféu O Tempo e o Vento: As Fases do Tempo (Mari Pereira)
Melhor Arranjo – Troféu O Sobrado: O Último Neto
Melhor Melodia – Troféu Música ao Longe: Ponte Queimada (Fernando Rossato)
Melhor Conjunto Vocal – Troféu Pedro Missioneiro: O Tempo e o Vento
Melhor Indumentária – Troféu Fandango: Rafael Ovídio
A final foi marcada ainda por uma apresentação de músicas relacionadas a temática do festival que reforça o papel de Cruz Alta como polo cultural do Rio Grande do Sul, exaltando a arte, a história e a identidade do povo sul-rio-grandense.