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  • Condenação dos réus do caso Sandra foi considerada pelos promotores um exemplo de justiça

    Dois promotores atuaram em plenário e outros dois na fase de investigação do caso

    Para o Ministério Publico, que atuou na condenação dos réus no caso de feminicídio de Sandra Mara Lovis Trentin, contadora de Boa Vista das Missões, a condenação dos dois réus, representa mais do que o encerramento de um processo judicial iniciado há sete anos. Para os promotores de Justiça que atuaram no júri popular, a decisão reafirma o papel do Ministério Público no combate à impunidade e na defesa da verdade.

    – Que estas condenações sirvam como exemplo de que, por mais difícil ou demorado que seja o caminho, a Justiça pode e deve prevalecer –, declarou o promotor Rodrigo Alberto Wolf Piton, do Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ), que atuou no julgamento realizado em Palmeira das Missões.

    O promotor de Palmeira das Missões Ricardo Misko Campineiro enfatizou o reconhecimento dos jurados quanto à responsabilidade dos réus e também cita que o juri é exemplo de que a justiça acontece. “O reconhecimento de todos os quesitos pelo Conselho de Sentença revela que o Ministério Público conseguiu demonstrar a responsabilidade dos réus pelo brutal assassinato da vítima”. Ele também reforçou a esperança de que a condenação leve algum conforto à família da vítima. “Espera-se que devido à repercussão do caso, a condenação sirva de exemplo não só para a comarca de Palmeira das Missões, mas para todo o Estado do Rio Grande do Sul. Quanto à família enlutada, que a concretização da Justiça permita, de alguma forma, seguir adiante, apesar de toda a saudade da vítima”, disse Campineiro

    O júri popular foi concluído na noite de quinta-feira, 26 de junho. O ex-marido da vítima, apontado como mandante do crime, foi condenado a 34 anos e dois meses de prisão em regime fechado. Já o executor dos disparos foi sentenciado a 22 anos e quatro meses, também em regime fechado.

    A denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) apontou que o crime foi premeditado pelo ex-marido, com o objetivo de romper o relacionamento conjugal sem dividir os bens do casal. A vítima foi surpreendida sob ameaça de arma de fogo, levada a um local isolado e executada. O corpo só foi localizado meses depois, enterrado às margens da BR-158.

    Além dos promotores Campineiro e Piton, o processo contou com a atuação de Marcos Rauber e Guilherme Martins de Martins na fase inicial da investigação.

    *Com informações MP

    Heloise Santi - Jornalista Grupo Chiru
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