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  • Covid-19: segunda vacina começa a ser testada no Brasil

    Testes no Hospital São Lucas da PUCRS devem iniciar em agosto

    Os testes da vacina chinesa Coronavac começaram nesta segunda-feira, 20 . As cargas com as vacinas chegaram às 4h20 da manhã no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e seguem para 5 estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e para o Distrito Federal, onde serão recrutados mais de 9 mil voluntários. 

    Os voluntários que vão receber a vacina serão selecionados entre profissionais da saúde que não tiveram a Covid-19 e que não estejam em teste para outras vacinas. Eles poderão se candidatar por meio de um aplicativo do Instituto Butantan.

    Os testes devem começar na primeira semana de agosto em Porto Alegre, com cerca de 800 voluntários. A pesquisa será feita por meio de um convênio entre o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, com o Hospital São Lucas da PUCRS. 

    O hospital estima conseguir aplicar a vacina em 30 a 40 voluntários por dia, sendo que metade receberá o medicamento e metade o placebo, que não induz a produção dos anticorpos. A eficácia será atestada na comparação entre os dois grupos. 

    O Coronavac é uma vacina fruto de uma parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac. Ela é uma das vacinas em estágio mais avançado no mundo, e atualmente está na fase 3 de testagem. Na fase 2, de testes clínicos, 90% das pessoas vacinadas desenvolveram anticorpos. Caso os testes sejam bem sucedidos na fase 3, o instituto Butantan prevê a produção de 60 milhões de doses até o fim do ano.

    Vacina em parceria com a Universidade de Oxford

    Esta é a segunda vacina que entra em teste no Brasil. A primeira é a que está sendo produzida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido e aqui no Brasil. Os testes da fase 3 estão sendo coordenados pela Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.

    Estimativas iniciais de produção de um milhão de doses da vacina experimental contra covid-19, da Universidade de Oxford, até setembro podem estar subestimadas dependendo de como os testes em estágio avançado serão concluídos, disse hoje, em Londres, um pesquisador.

    "Certamente haverá um milhão de doses em torno de setembro", acrescentou afirmou Adrian Hill. Ele disse, ainda, que é possível as vacinas estarem disponíveis até o fim do ano.

    A vacina está sendo testada desde junho no Brasil em Fase 3 de estudos clínicos, a última etapa antes do registro, num estudo liderado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

    *Com informações Agência Brasil

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