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  • Estresse hídrico atinge lavouras de verão no RS

    Dados são do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar

    O desenvolvimento da lavoura de milho já cultivada nesta safra é afetada pela alta necessidade de aporte hídrico. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira, 20 de dezembro, no Norte do Rio Grande do Sul, com a diminuição das precipitações e altas temperaturas, a cultura do milho demonstra sintomas de estresse hídrico.

    As lavouras mais afetadas já apresentam danos, apontando para alguma perda de produtividade na cultura. No Médio Alto Uruguai, em virtude da deficiência hídrica do momento, alguns produtores estão solicitando pedidos de vistoria de seguro agrícola em lavouras nas quais o plantio se realizou em meados de setembro.

    Em relação às fases, a cultura do milho apresenta diferentes condições, tendo áreas em início de floração (20%), algumas em enchimento de grãos (36%) e as primeiras áreas em início de maturação (6%), com colheita prevista para o final de dezembro.

    Na soja, a cultura atingiu 98% da área a ser implantada no Estado para esta safra. No Norte do Estado, a cultura está implantada; no Sul e na Campanha, ainda há áreas para finalizar a implantação da cultura, o mesmo valendo para áreas pós-colheita e replantios. Apesar de estar no início do ciclo, a cultura sofre com a baixa precipitação pluviométrica dos últimos dias, principalmente as áreas em floração, que totalizam 3%.

    De maneira geral, a soja apresenta stand de plantas irregular, principalmente nas áreas semeadas no final de outubro e início de dezembro. Nas lavouras replantadas devido à morte de plantas, o volume de chuvas não foi suficiente para germinação da totalidade das sementes. Há aumento da incidência de lagartas na cultura, exigindo acompanhamento da lavoura e monitoramento rigoroso das pragas.

    Fonte: Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar

    Jornalismo Grupo Chiru