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  • Força-tarefa contra fake news é acionada pela primeira vez para apurar informações de Caiçara

    Após denúncias encaminhadas pelo MP, jornalistas da imprensa frederiquense esclarecem informações publicadas por candidatos e coligações do município

    A possibilidade de que conteúdos inverídicos estão sendo publicados nas redes sociais fez com que a força-tarefa de combate às fake news fosse acionada pela primeira vez em Frederico Westphalen, desde que foi criada no ínicio do periodo de campanha eleitoral. Os fatos foram encaminhados pelo Ministério Público de FW – idealizador da criação deste trabalho conjunto – e que conta com os veículos de comunicação, jornal Folha do Noroeste, Rádio Luz e Alegria, Grupo Chiru e jornal O Alto Uruguai.

    Nas publicações, houve algumas contestações pertinentes ao âmbito opinativo. Por isso, dentro do que foi proposto, nosso compromisso é averiguar apenas as informações e checar se ela é verdadeira ou falsa, não se a decisão é positiva ou negativa para a gestão pública. Não nos cabe fazer juízo de valor, uma vez que as decisões de cada gestor são reguladas pelos órgãos de controle da administração pública e pela própria Justiça. Por orientação do Ministério Público de Frederico Westphalen, não serão divulgados nomes das chapas que denunciaram ou publicaram as informações nas redes sociais.

    Celestino Zambonato

    Uma das chapas que disputa o Executivo caiçarense, argumenta que o médico Celestino Zambonato foi demitido do Hospital São Roque de Caiçara. Um documento endereçado ao hospital caiçarense, datado de 10 de outubro de 2017, notifica a instituição que o profissional médico não possuía, à época, mais interesse em permanecer prestando serviços para o hospital em decorrência de atrasos nos pagamentos.

    Segundo Celestino Zambonato, após o envio deste documento, como não houve nenhum contato para se resolver o impasse, ele efetivamente não prestou mais serviços à instituição. Zambonato afirma que seu vínculo com o hospital de Caiçara era por contrato de prestação de serviços e que sua saída foi motivada pelo não pagamento dos valores, os quais estão em aberto até hoje, conforme ele.

    Agência Transfusional

    A informação veiculada nas redes sociais por uma das chapas que está na disputa pelo Executivo, era que “os pacientes que precisam de transfusão de sangue são encaminhados para Tenente Portela”. Em contato com a 19º Coordenadoria Regional de Saúde (19ª CRS), foi afirmado que há um Processo Administrativo (PROA) aberto para acompanhar as adequações necessárias no local. Entretanto, conforme a regional, o município não possui condições de ter sangue em estoque devido a estas adequações, mas reafirma que não há a necessidade de o paciente se deslocar para Tenente Portela.

    Convênio com Tenente Portela para partos e cesarianas

    A mesma chapa ainda publicou nas redes sociais que Caiçara e Tenente Portela firmaram um convênio para a realização de procedimentos em ginecologia e obstetrícia (partos e cesarianas). O convênio existe e foi confirmado pela 19ª Coordenadoria Regional de Saúde. O tema já foi pauta da imprensa em 2018 e, na época, o Ministério Público de Frederico Westphalen propôs diversas reuniões entre os gestores e administradores dos hospitais, que culminou na elaboração de um novo mapa regional. A proposta de regionalização foi formalizada em dezembro de 2018, em que o Hospital de Tenente Portela passou a receber pacientes de Caiçara, Vista Alegre, Dois Irmãos das Missões, Pinheirinho do Vale, Vicente Dutra, Palmitinho, entre outros.

    Para que Caiçara pudesse permanecer com atendimentos nesta especialidade, o hospital deveria ter o mínimo de 50 leitos, estoque de sangue, plantão 24 horas não presencial com quatro pediatras, quatro obstetras, dois anestesistas e uma enfermeira obstetra, e atender minimamente as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Conforme o coordenador da 19ª CRS da época, a medida visava diminuir a incidência de morte infantil, fetal e materna no país.

    *Conteúdo produzido pela força-tarefa de combate às fake news nas eleições de 2020- nesta matéria, participaram da apuração repórteres do jornal Folha do Noroeste e jornal O Alto Uruguai. Idealizada pelo Ministério Público de Frederico Westphalen, a força-tarefa visa apurar situações de desinformação registradas na região durante o pleito eleitoral pelos veículos de imprensa que as compõem: Jornal O Alto Uruguai, Jornal Folha do Noroeste, Rádio Luz e Alegria, e Grupo Chiru. Todo o processo de apuração, desde o encaminhamento da pauta, até a revisão final tem a supervisão das equipes de jornalismo dos veículos de comunicação e do Ministério Público. 

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