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  • Governador do RS afirma que cogestão pode voltar se houver redução de contágio

    Leite estuda o retorno da cogestão regional a partir do dia 22 de março, caso os indicadores confirmem a redução do contágio e da demanda hospitalar

    O Palácio Piratini publicou, hoje, 17 de março, um vídeo no qual o governador Eduardo Leite esclarece algumas dúvidas sobre os próximos passos que serão tomados com relação ao enfrentamento da pandemia no Rio Grande do Sul.

    “Parte das pessoas que ainda estão internadas infelizmente não resistirá, então, veremos um crescimento no número de óbitos nas próximas semanas, mas os dados da demanda de internações já demonstram a redução da circulação do vírus”, explicou Leite.

    O governor afirma estar ciente de que o fôlego da população, no quesito econômico, é limitado, o governo do Estado estuda o retorno da cogestão regional a partir do dia 22 de março, caso os indicadores confirmem, ao longo desta semana, a redução efetiva do contágio e da demanda hospitalar.

    “Se confirmarmos esse movimento, poderemos avaliar a retomada da cogestão, mantendo medidas extraordinárias de restrição, como a suspensão geral de atividades entre 20h e 5h aos finais de semana e intensa fiscalização contra aglomerações”, destacou Leite.

    O governador já adiantou que a previsão é de que o Estado fique em bandeira preta, que representa risco altíssimo no modelo de Distanciamento Controlado, pelas próximas semanas. “A bandeira preta serve para alertar a população a respeito desse risco altíssimo que ainda vemos na nossa capacidade hospitalar. Ou seja, quem se contaminar neste momento ainda vai encontrar um sistema hospitalar bastante comprometido”, ressaltou.

    Por isso, entende o governador, o Estado mantém o alerta de risco altíssimo. Caso a redução do contágio se confirme, o governo dá a oportunidade aos municípios, desde que se reúnam regionalmente, de fazerem eventuais adaptações aos protocolos de bandeira preta, até o limite da bandeira vermelha.

    “A bandeira anterior – neste caso, a bandeira vermelha – é um limite de onde não podem passar no relaxamento de restrições, mas a cogestão não significa que estão obrigados a automaticamente adotar protocolos de bandeira vermelha. Os municípios podem adotar regras mais rígidas, e podem continuar com bandeira preta, se assim desejarem”, explicou Leite.

    O retorno da cogestão regional ainda será debatido em reunião do Gabinete de Crise, prevista para quinta-feira (18/3), e em reunião com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e com representantes de associações regionais, que deve ocorrer na tarde de sexta-feira (19/3).

    Veja o vídeo completa:

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    No Ar: Canal Livre com Vilmar Luza 13:00 - 15:00

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    Chega Junto

    Helena Knob

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    Vilmar Luza

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