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Atualizado em 21/05/2018 às 19:35
Investigado por pedofilia, prefeito de Planalto é afastado para tratamento de saúde
O prefeito de Planalto, Antonio Carlos Damin, o Tonho (PDT), foi afastado por seis meses do cargo para tratamento de saúde. O afastamento foi aprovado nesta segunda-feira, 21, em sessão extraordinária da Câmara de Vereadores do município. Damin que é alvo de investigação do Ministério Público (MP) fez um Pedido de Licença para tratamento de saúde. O MP apura se o prefeito ofereceu R$ 1 mil para fazer sexo com uma menina de 13 anos. O motivo ou enfermidade pela qual o prefeito solicitou licença não foi detalhado. Contudo, conforme mencionado durante a sessão do Poder Legislativo foram apresentados atestados médicos junto ao pedido de afastamento – aprovado por unanimidade pelos vereadores. A prefeitura ainda não se pronunciou sobre o assunto, o que deve ocorrer por meio de pronunciamento à imprensa, segundo informou a assessoria. Damin não compareceu ao Paço Municipal nesta segunda-feira, 21, e o vice-prefeito de Planalto, Gabriel Olkoski (PT), assumiu o comando do Executivo. Na segunda-feira, 15, agentes do Ministério Público cumpriram três mandados de busca e apreensão nas residências e no Gabinete do Prefeito . A investigação começou em março de 2018 e chegou até o conhecimento do MP após denúncia ao Conselho Tutelar. De acordo com o promotor Alexandre Salim, a menina de 13 anos contou que vinha sendo procurada pelo chefe do Executivo para que manter relações sexuais. O prefeito chegou a ser autuado por posse ilegal de arma de fogo. Ainda na segunda-feira, 15, Damin concedeu entrevista em que disse ser inocente, estar com “consciência tranquila” e que não entende de onde surgiu a acusação. A Câmara de Vereadores aguarda manifestação do MP e a liberação de documentos que estão sob sigilo de Justiça para tomar uma decisão sobre possível processo político e administrativo contra o prefeito. GaúchaZH