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  • Palmitinho: escola leva médico para falar sobre o tabagismo

    Jorge Alan Souza, pneumologista, explicou sobre todos os tipos de cigarro

    Cigarro, narguilé, cachimbo, charuto, cigarro de palha, cigarrilha, fumo de corda e mais recentemente o vape, também conhecido como cigarro eletrônico, todos foram tema de uma palestra do médico pneumologista Jorge Alan Souza, para os estudantes do 9º ano e ensino médio do Instituto 22 de maio de Palmitinho.

    A diretora da escola, Zaira Zanatta, afirmou que há uma preocupação da escola com relação ao tabagismo, por isso, a ideia de chamar o médico para falar sobre o assunto. “Estamos vivendo um momento de retomada do fumo, cigarro normal, eletrônico e outros tipos, entre os jovens. Não diferente da realidade dos estudantes aqui da nossa escola e todos sabemos os malefícios que o fumo traz principalmente para o pulmão. Veio daí a necessidade de trazer gente capacitada para falar sobre”, comentou.

    Durante sua explanação sobre tabagismo, Jorge Alan percorreu a forma como eles agem no organismo as “boas sensações” e as consequências para a saúde, especialmente do trato respiratório. “O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco. O fumo é responsável pela maior parte dos casos de câncer de pulmão, AVC, ataques cardíacos e ainda contribui para doenças como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras. Sabemos da importância econômica do tabaco, porém, como médico, não posso fechar os olhos e deixar de alertar sobre os malefícios”, salientou.

    Jorge Alan, ao mostrar como é um pulmão normal e o pulmão de um fumante alertou sobre o porquê o tabaco vicia e as dificuldades encontradas para abandonar o cigarro. “Além da pessoa que fuma, todas as outras do convívio podem ter consequências na saúde desse tabagismo e é por isso, que todos devem estar envolvidos e formar uma rede de apoio para a pessoa deixar de fumar, esse é um processo muito difícil que pode e deve contar com a ajuda do médico, da família, dos amigos e da própria pessoa”, complementou.

    De forma descontraída o médico interagiu com os estudantes, questionando quantos eram fumantes e/ou fumantes passivos e se colocou à disposição no consultório e/ou nas redes sociais para sanar dúvidas.  

    Segundo a Organização Mundial da Saúde aponta que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto desse produto, enquanto cerca de 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo.

    *Com informações da Ascom Jorge Alan de Souza

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