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Atualizado hoje às 12:00
Professora encontrada morta em casa tinha marcas de esganadura, aponta polícia
A casa da vítima foi atingida por um incêndio neste domingo, 12 de julho, em Constantina. Segundo o delegado responsável pelo caso, a hipótese de suicídio foi descartada
A Polícia Civil passou a investigar como homicídio a morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos, encontrada na noite de domingo, 12 de julho, em sua residência, na Rua Ângelo Colet, no Bairro Florestal, em Constantina.
A mudança na linha de investigação foi confirmada pelo delegado Cristiano Deboni, responsável pelo caso. Conforme ele, a perícia realizada pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP) descartou, de forma preliminar, a hipótese de suicídio.
A análise inicial apontou marcas de esganadura no corpo da vítima, indicando que a morte pode ter sido provocada por estrangulamento.
— A ocorrência passou a ser tratada como homicídio a partir das informações preliminares repassadas pela equipe de perícia, que apontam indícios de morte por esganadura. Agora, o trabalho será intensificado para identificar e localizar o autor do crime — afirmou o delegado.
Segundo Deboni, a investigação aguarda a conclusão dos laudos periciais e do exame de necropsia, que deverão confirmar oficialmente a causa da morte e esclarecer as circunstâncias do crime.
Outro elemento que passou a integrar a investigação é a informação de que um veículo teria deixado a residência em alta velocidade por volta das 19 horas, horário que a Polícia Civil trabalha como provável momento do crime.
Conforme o delegado, essa informação está sendo apurada e poderá auxiliar na identificação da autoria.
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A Polícia Civil ainda não tem suspeitos e agora ouve pessoas próximas à professora para esclarecer a motivação do crime.