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Atualizado em 23/08/2025 às 09:45
Professora suspeita de agredir criança em Caxias do Sul é presa em Palmeira das Missões
Episódio ganhou repercussão com a divulgação de um vídeo que mostra a agressão da mulher dentro da sala de aula, contra uma criança de 4 anos.
Na manhã desta sexta-feira (22), policiais civis de Palmeira das Missões, em apoio à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Caxias do Sul, cumpriram mandado de prisão preventiva no interior de Palmeira das Missões.
Foi presa a professora suspeita de ter agredido uma criança, de 4 anos de idade na época do fato, na escolinha de Educação Infantil Xodó da Vovó, na Cidade Caxias do Sul. A suspeita tem 49 anos e não reagiu à prisão. Ela permaneceu em silêncio.
O mandado judicial foi expedido pela 5.ª Vara Criminal da Comarca de Caxias do Sul, após representação da Delegada de Polícia Thalita, que responde interinamente por aquele Órgão Policial. Após os procedimentos legais, a suspeita foi encaminhada ao Presídio Estadual de Palmeira das Missões.
A Delegada de Palmeira das Missões, Cristiane van Riel Santos, salienta o incansável e qualificado trabalho desenvolvido pelos policiais das duas delegacias envolvidas na responsabilização e na localização da autora do fato, cuja troca de informações culminou com a ação policial do dia de hoje.
Investigação apura maus-tratos
A investigação apura que a professora praticou crime de maus-tratos qualificado por lesão grave. A agressão ocorreu dentro de uma sala de aula, na Escola Infantil Xodó Da Vovó, na manhã de segunda-feira (18) e foi gravada por uma câmera de segurança.
As imagens mostram a professora organizando materiais em um armário, enquanto as crianças da turma do Pré estão sentadas, em círculo, nas classes. Em um determinado momento, ela se dirige a um menino e bate na cabeça dele com os livros. O aluno chora bastante. A profissional grita e pega um papel para limpar a boca do menino. Ambos saem da sala.
A Polícia Civil destaca a importância da participação da comunidade no combate à criminalidade.
*Informações da Polícia Civil e de GZH/Pioneiro