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Atualizado em 18/09/2025 às 15:36
Tire 10 minutos do seu dia para ler: conheça a iniciativa da Academia Frederiquense de Letras
Projeto Fredleitura busca valorizar o hábito e prevê também a doação de livros para distribuição em postos de saúde.
Quanto tempo é necessário para desenvolver paixão pela leitura? Para a Academia Frederiquense de Letras (AFL), 10 minutos por dia já são um ótimo começo.
Esse é o desafio lançado pela AFL com o primeiro projeto da instituição, o Fredleitura. A proposta é incentivar a leitura em família. Pode ser antes de dormir, após as refeições, no início da manhã, ou conforme a família puder se organizar, destaca a AFL.
Presidente da academia, a professora-doutora e diretora-geral da URI-FW, Elisabete Cerutti, falou que a iniciativa foi aprovada nessa semana pelos integrantes da AFL e busca também fortalecer os vínculos familiares ao mesmo tempo que incentiva o hábito da leitura.
– Por vezes a gente fica envolvido olhando postagens nas redes sociais, mas precisamos incentivas os filhos a termos esse hábito diário de leitura. É preciso incentivar as nossas famílias a ler, a lerem para os seus familiares e filhos, porque é só com estes hábitos que vamos conseguir fazer a leitura ser um dos gandes objetivos que cultiva as sementes da esperança –, destaca Elisabete.
O projeto sugere que as formas de leitura são diversas: pais lendo para os filhos, filhos lendo para os pais, leitura coletiva ou até mesmo a exploração de imagens, títulos e ilustrações.
Entre os objetivos estão ampliar o contato das crianças com diferentes gêneros textuais, estimular a oralidade, a escuta e a interpretação, fortalecer os laços familiares e desenvolver leitores autônomos e críticos. Além disso, a AFL incentiva que as famílias registrem suas experiências em diários, cartazes, vídeos ou áudios, que poderão compor os anais da instituição.
Troca de livros e distribuição em postos de saúde
Outra frente do Fredleitura será a troca e doação de livros durante a Feira do Livro de Frederico Westphalen, que acontece em outubro. As obras arrecadadas serão encaminhadas a postos de saúde e outros espaços públicos, tornando-se ferramentas de incentivo à leitura em diferentes contextos sociais.
Segundo Elisabeti, a proposta vai além da formação de leitores: “Queremos cultivar sementes de esperança, porque acreditamos que a leitura transforma vidas e ajuda a construir uma sociedade mais crítica, consciente e humana", detalha.