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  • Três parreirais são alvo de vandalismo em Alpestre

    Propriedades registram prejuízos significativos. A Polícia Civil vai instaurar inquérito para apurar os crimes, que se repetem quase todos os anos no município

    Produtores rurais de Alpestre enfrentam mais uma vez prejuízos causados por atos de vandalismo em áreas de cultivo de uva. Entre a noite de 1º de janeiro e a madrugada desta sexta-feira, 2, pelo menos três propriedades tiveram parreirais danificados após o corte intencional das cordoalhas, o que provocou a queda da estrutura e comprometeu a produção.

    O primeiro caso foi registrado na região da Encruzilhada Gaúcha, na propriedade de José Julkoski. Conforme a família, o filho do produtor, Diego Julkoski, esteve no local por volta das 19h, organizando a colheita que estava programada para iniciar na manhã seguinte. Ao retornarem à propriedade, por volta das 5h, encontraram cerca de três hectares de parreira totalmente no chão. A estimativa é de que a área destruída continha entre 30 e 40 toneladas de uva prontas para a colheita.

    Outro ataque semelhante ocorreu nas proximidades da comunidade de Sertãozinho, na propriedade de Giovani Laviniski. Assim como no primeiro caso, as cordoalhas foram cortadas, derrubando a parreira e indicando ação intencional.

    Um terceiro caso também foi confirmado em Sertãozinho, na propriedade de Natálio Mikolaiczk. No local, a área total de parreira é de cerca de três hectares, sendo que aproximadamente um hectare foi atingido pela queda da estrutura após o corte das cordoalhas.

    As localidades afetadas são consideradas fim de linha, com pouco movimento durante a noite. Moradores relatam que é raro o tráfego de pessoas ou veículos nesses horários e pedem a colaboração da comunidade. Qualquer informação sobre movimentação suspeita, especialmente de motocletas, entre 19 horas e 5 horas, pode ser repassada anonimamente à Polícia Civil.

    De acordo com o delegado Ercílio Carletti, a Polícia Civil vai instaurar inquérito para apurar os fatos. Ele destaca que a investigação é dificultada pela ausência de testemunhas e de imagens. O delegado também ressalta que casos semelhantes acontecem quase todos os anos, mas muitas vezes nem chegam a ser oficialmente registrados.

    A Polícia Civil reforça a importância do registro das ocorrências para que seja possível mapear os crimes, intensificar as investigações e buscar a responsabilização dos autores.

    *Com informações Ponto Norte FM

    Heloise Santi - Jornalista Grupo Chiru
    No Ar: Sul Bandas com Vilmar Luza 17:00 - 19:00

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