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Atualizado em 26/05/2020 às 08:31
Corpo de Rafael Mateus Winques é encontrado em Planalto
Mãe teria confessado que matou o menino de 11 anos
A Polícia Civil confirmou no início da noite desta segunda-feira, 25 de maio, que o corpo de Rafael Mateus winques, 11 anos, foi localizado em Planalto. A chefe da Polícia Civil, delegada Nadine Anflor, informou que a mãe do menino disse que matou a criança.
A mulher alegou que a morte teria sido ocasionada por medicação. A versão ainda será apurada pela Polícia Civil.
O corpo de Rafael foi localizado em uma casa abandonada, nas proximidades de onde o menino residia. O cadáver estava enrolado em um lençol e dentro de uma caixa.
Em comunicado nas redes sociais, o Conselho Tutelar do município também confirmou a localização do corpo e lamentou a morte da criança.
Uma equipe do Instituto Geral de Perícias (IGP) está em Planalto realizando a perícia do local, onde o corpo do menino foi encontrado.
Nesta terça-feira, 26 de maio, a Polícia Civil deve apresentar mais informações sobre o crime. Uma coletiva de imprensa já está marcada para às 8h30, no Palácio da Polícia em Porto Algere. Devem participar a chefe da Polícia Civil do RS, delegada Nadine Anflor; o sub-chefe da Polícia Civil, Fabio Mota Lopes e o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), delegado Joerbhert Nunes.
O CASO
O menino Rafael Mateus Winques, 11 anos, estava desaparecido desde 15 de maio. O desaparecimento da criança foi informado ao Conselho Tutelar de Planalto pela mãe.
Rafael Mateus teria desaparecido da casa onde residia com a mãe e um irmão mais velho. Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, a mãe disse que deixou a criança no quarto para dormir e quando acordou, no dia seguinte, a criança não estava mais no local. A cama estava desarrumada e a porta da casa encostada. O local não tinha sinais de arrombamento.
Até esta segunda-feira, 25 de maio, quando a mãe confessou o crime a principal tese de investigação da Polícia Civil era de desaparecimento, já que o menino teria dormido em casa, antes do sumiço. Além disso, a casa não possuía sinais de arrombamento e a porta foi aberta por dentro.
A Polícia Civil informou que a tese do sequestro também estava enfraquecida, pois não havia exigência de resgate e a família é humilde.
Nesta segunda-feira, 25 de maio, com a chegada de policiais civis de Porto Alegre, especializados no desaparecimento de crianças, a mãe acabou confessando o crime e apontou o local onde estava o corpo.
*Com informações GaúchaZH
Confira a reportagem da equipe do Grupo Chiru em Planalto: