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  • Delegado Eibert Moreira Neto diz que reconstituição do crime foi "muito difícil"

    Questionado pelo Ministério Público, através do Promotor Diogo Taborda, Eibert ressaltou que durante a reconstituição do crime, ele teve que carregar o boneco devido à situação de saúde de Alexandra.

    Acontece no plenário do Fórum de Planalto no Norte do Estado, o julgamento de Alexandra Dougokenski, acusada de matar o próprio filho, Rafael Winques, em Maio de 2020.

    A próxima testemunha a ser ouvida em plenário é o Delegado Eibert Moreira Neto, que atuou no curso da investigação.

    Através de videoconferência, devido ao sua atuação na capital do Estado, Eibert Moreira disse em depoimento que a versão, apresentada pela defesa, que coloca sobre o Pai, Rodrigo Winques, a responsabilidade pelo crime, foi dada pela ré para que o seu filho mais novo não crescesse com a imagem da própria mãe como assassina, por ter matado o seu irmão mais novo.

    Questionado pelo Ministério Público, através do Promotor Diogo Taborda, Eibert ressaltou que durante a reconstituição do crime, ele teve que carregar o boneco devido à situação de saúde de Alexandra. “A gente verificou que o Boneco tinha uma distribuição de peso não similar a um ser humano”, disse.

    - “A simulação foi bem difícil eu mesmo tive dificuldade em carregar o boneco, acredito que Alexandra não conseguiria, porém, existem indícios claros e testemunhas que relatam que a ré carregava o filho Rafael, com facilidade”, pontuou.

    Luciano Belinaso - Jornalismo Grupo Chiru
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