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  • Estrela do basquete brasileiro, Oscar Schmidt, falece aos 68 anos

    Relembre a trajetória e o legado de Oscar, o "Mão Santa"

    Um dos maiores nomes do basquete mundial, Oscar Schmidt, faleceu nesta sexta-feira, 17 de abril, em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. O ex-jogador foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), no entanto, a causa da morte não foi divulgada.

    Conforme divulgado pela assessoria, o velório e o enterro serão feitos de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família. 

    Legado e trajetória

    Oscar é lembrado por sua trajetória brilhante dentro das quadras, que o levou a ser conhecido como "Mão Santa". Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, no dia 16 de fevereiro de 1985, o ex-atleta começou a se interessar por basuqete aos 13 anos.

    Após se mudar para Brasília, foi incentivado por seu técnico Zezão a procurar o pelo Clube Vizinhança, que era treinado pelo técnico Laurindo Miura. 

    Em 1974, aos 16 anos, Oscar se mudou para São Paulo, para iniciar a carreira no infanto-juvenil do Palmeiras. Foi convocado para a seleção juvenil de basquete em 1977 e eleito melhor pivô do sul-americano juvenil. 

    Seleção brasileira

    Na seleção principal de basquete do Brasil, foi campeão sul-americano e ganhou medalha de bronze. Em 1979, ganhou um dos títulos mais importantes de sua carreira: a Copa William Jones, o mundial interclubes de basquete. No ano seguinte, disputou sua primeira Olimpíada, em Moscou. 

    Disputou também outras quatro olimpíadas: Los Angeles (1984), Seul (1988), Barcelona (1992) e Atlanta (1996), sempre se destacando como cestinha da competição. 

    Oscar jogou 11 temporadas na Itália, 8 pelo Juvecaserta e 3 pelo Pavia. Em 1995, Oscar decidiu retornar para o Brasil, passando a jogar no Corinthians, onde ganhou, em 1996, o oitavo título brasileiro de sua carreira.

    ​​No Brasil, Oscar ainda jogou pelo Banco Bandeirantes, entre 1997 e 1998, Mackenzie, entre 1998 e 1999 e Flamengo, entre 1999 e 2003. 

    No rubro-negro, alcançou uma das marcas mais expressivas de sua carreira: maior cestinha da história do basquete, com 49,737 pontos. Até então, esse posto pertencia a Kareem Abdul-Jabbar, com 46.725 pontos. 

    Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela Fédération Internationale de Basketball (Fiba). Também integrou o Hall da Fama da NBA. Em 2003, Oscar se aposentou das quadras.

    Problemas de saúde

    O astro do basquete já enfrentava problemas de saúde há anos. Em 2011 foi diagnosticado com um tipo de câncer conhecido como gioma, que fica na parte frontal esquerda do cérebro. Na época, foi um realizada uma cirurgia para a retirada do tumor.

    Anos depois, uma nova fase da luta contra a doença começou com a progressão do tumor, que exigiu uma nova operação e sessões de radioterapia. Depois da cirurgia, foi iniciado um tratamento com quimioterapia para o controle da doença.

    Após 11 anos de luta, Oscar anunciou que estava curado e que havia interrompido as sessões de quimioterapia. Segundo sua assessoria, o atleta era acompanhado por uma equipe médica e pelo mesmo oncologista desde 2013. Ele estava bem de saúde e era considerado curado da doença.

    Oscar deixa esposa e dois filhos.

    *Com informações da Agência Brasil e do g1

    Beatriz Vieira - Jornalista Grupo Chiru
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