Geral
Publicado em 23/07/2020 às 14:01
Federasul defende a reformulação do modelo de Distanciamento Controlado
Entidade propõem alteração de sete pontos no sistema estadual de restrições adotado pelo governo gaúcho
No segundo dia das reuniões regionais que buscam informações para que a Federasul possa, baseada em dados, construir uma solução, junto ao governo gaúcho, para o problema do Distanciamento Controlado, participaram dos encontros remotos líderes empresariais e deputados das regionais Médio Alto Uruguai – incluindo a ACIFW -, Produção, Norte, Alto Jacuí/Botucaraí, Litoral, Serra, Hortênsias/Nordeste, Centro-Sul, Fronteira Oeste e Central. A entidade defende um consenso para avançar e superar os problemas do Plano de Distanciamento do Estado que contemple proteção à saúde e à economia.
Os encontros regionais foram mediados pelo vice-presidente de Integração da Federasul, Rafael Goelzer com a participação da presidente, Simone Leite. A presidente destacou que “temos 90% de convergência com o governo, mas precisamos dialogar sobre os 10% que estão levando o Rio Grande à ruína”. Desde segunda (20) já foram promovidos sete reuniões remotas marcadas por um debate e construção de ideias que visam o bem estar socioeconômico do Rio Grande do Sul.
A Federasul reforça que o Plano de Distanciamento Controlado é positivo como ferramenta, mas seu método e formato precisam ser reformulados. A entidade defende a reformulação de sete pontos nos protocolos do modelo estadual de restrições.
Pontos de aperfeiçoamento sugeridos pela FEDERASUL
1. Profilaxia: Diagnóstico e tratamentos precoces (Médico e Paciente).
2. Participação do Setor Produtivo no comitê de definição das Bandeiras (problemas complexos exigem equipes multidisciplinares).
3. Autonomia real para os prefeitos.
4. Bandeiras devem ser um gatilho para ação dos Governos e estruturação do sistema de atendimento à saúde e não fechamento econômico e abandono da região. Em nenhum caso a solução deve cercear as pessoas de trabalharem e levarem dignidade às suas famílias (aumenta-se a régua dos protocolos de segurança – ex Bandeira vermelha equipe em 50%; bandeira preta equipe em 25%).
5. Inserção de indicadores sócio econômicos na definição de bandeiras.
6. Retirada de indicadores que deturpam o modelo.
7. Testagem em massa, rastreamento e isolamento de infectados.