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  • Simers afirma ter entregue a demissão de 22 médicos do HDP

    Documento estipula um prazo de 60 dias para negociação com a gestão pública e do hospital

    A situação do Hospital Divina Providência(HDP), em Frederico Westphalen, ganhou mais um capítulo nesta semana. O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Marcelo Matias, anunciou, nesta sexta-feira, 17 de abril, a rescisão do contrato de 22 médicos, com prazo de 60 dias para efetivação.

    Matias disse que as medidas adotadas pela gestão municipal são “incompatíveis com a saúde e com a atividade médica”, além de criticar a condução na reunião em que, de acordo com o sindicalista, o prefeito não aceitou protocolar o aviso prévio dos profissionais médicos.

    Segundo Matias, não houve abertura para negociação por parte da Prefeitura e da gestão interventora do hospital, mesmo diante das tentativas do sindicato em buscar um acordo, o que levou a decisão da categoria que ele representa. “Tivemos uma reunião muito difícil aqui em Frederico Westphalen”, classificou o profissional ao complementar que “diante da impossibilidade de negociação, entregamos a carta de rescisão de 22 médicos do hospital” disse em vídeo publicado nas redes do Sindicato.

    Conforme o presidente, a demissão de dois profissionais médicos, pela gestão do hospital, teria motivado a decisão da categoria que é solidária aos colegas. Outra situação que foi importante para a decisão da categoria foi o descumprimento de um acordo de pagamento parcelado que não foi cumprido integralmente. A dívida é estimada em R$850 mil.

    O sindicato sustenta que, caso ocorra a saída em massa dos médicos, a reposição dos profissionais custará um alto preço ao hospital e à comunidade, uma vez que o processo de contratação dos profissionais demanda tempo e pode causar prejuízos na qualidade do atendimento. 

    O sindicato, no entanto, afirma estar aberto ao diálogo, em busca de soluções para a situação. A principal condição para retomada das negociações é a reversão do afastamento dos profissionais.

    Matias não descarta que o caso possa avançar para a esfera judicial, caso não haja entendimento entre as partes.

     

    Beatriz Vieira - Jornalista Grupo Chiru
    No Ar: Corujão com . 23:00 - 00:00

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