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  • "Vamos provar a inocência da mãe", diz advogado de Alexandra Dougokenski

    Banca de defesa da ré, presidida pelo advogado criminalista Jean Severo, sustenta a tese de que quem matou Rafael foi o pai, Rodrigo Winques

    Acontece no próximo dia 16 de Janeiro, segunda-feira, o julgamento de Alexandra Dougokenski, principal acusada de assassinar o próprio filho, Rafael Winques em Maio de 2020 na cidade de Planalto, na região Norte do Rio Grande do Sul.

    O júri vai acontecer a partir das 9h no plenário do júri no fórum do município.

    A banca de defesa da ré, presidida pelo Advogado criminalista Jean Severo, sustenta a tese de que quem matou Rafael foi o Pai, Rodrigo Winques. Durante entrevista ao Manhã News do Grupo Chiru, Severo relatou os passos da defesa para tentar absolver ou reduzir a pena da principal acusada pelo crime.

    - “A defesa segue a mesma linha de trabalho diante de tudo que a Alexandra nos falou e garante que não matou o Rafael, ela afirma que quem assassinou o filho foi o Rodrigo e nós vamos provar isso com a maior tranquilidade”, comentou Jean Severo.

    A questão do áudio, apresentado pela defesa, ponto principal do abandono da defesa durante a primeira data do julgamento, Severo ressalta que esse ponto se foi encaminhado ou produzido no dia do fato pouco importa, conforme o criminalista quem deve explicar este fato é o Pai do menino, pois, esse material foi extraído do celular dele.

    -“Assim como tinham muitas coisas no celular do Rodrigo que serão apresentadas em plenário que vão horrorizar o Rio Grande do Sul, tenham certeza disso”, acrescentou o advogado.

    Jean Severo, por mais de uma vez pediu que a comunidade de Planalto ouça o que Alexandra tem a dizer, para que o julgamento possa se dar de uma forma equânime entre as partes envolvidas.

    Sobre uma provável acareação entre a Mãe e o Pai de Rafael, Jean Severo cita que este é o principal ponto do julgamento, onde muitas teses serão confrontadas.

    -“A Alexandra fala uma coisa e o Rodrigo fala outra, então, essas versões precisam ser confrontadas, este é o momento dos jurados tomarem a suas decisões sobre a solução deste julgamento”, pontuou.

    A banca de defesa acredita na inocência da sua cliente e salienta que Alexandra somente confessou o crime para proteger o seu filho mais novo. Conforme Jean Severo, Alexandra sofreu por nove anos abusos sexuais e espancamentos promovidos por Rodrigo.

    -“Não foi essa mãe, ela não tem motivação para a prática deste crime, essa é a realidade, a Polícia não encontrou essa motivação e nem o MP”, finalizou Jean Severo.

    Luciano Belinaso - Jornalismo Grupo Chiru
    No Ar: Corujão com . 00:00 - 06:00

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